MIGUEL PAUL
PRESIDENTE DE HONRA

ARTHUR MACEDO
PRESIDENTE EXECUTIVO

SINOPSE IMPERIAIS DO SAMBA 2006

 

"Made In Brazil - Um Por Todos, Todos Por 171!"

 

Justificativa


Chegou a hora do porco entortar o rabo da porca! Enfim, a porca vai torcer o rabo e a onça vai beber pinga! Afrouxa o cinto!

Hoje a Imperiais do Samba deixa de lado seu lado místico para colocar um sorriso no rosto de cada brasileiro. Vamos contar a saga do 171 no Brasil. E este enredo não é mais 171 não, hein! Através da crítica bem humorada queremos despertar a atenção deste povo que sorri quando quer chorar. E só porque se trata de uma gente sorridente, os espertos de plantão acham que podem tirar proveito disto. “A gente não tem cara de palhaço!”.

Então sorria meu povo!! Sorria, pois a cobra vai fumar e o fumo vai entrar!
Alô, Brasil!!! Quem ri por último, ri melhor e para sempre!!

Setor I
Antes de Santa Cruz, o peso da cruz!


“O tempo foi passando
E a vida era uma beleza
Adão trazia a comida
E Eva botava a mesa
Só porque um dia Eva sorriu
Para o macaco Mandril
Adão montou numa zebra
E se mandou pro Brasil
Me dá (Adão me dá)
Adão segure sua cobra
Que eu tô com maçã de sobra pra dar
Me dá (Eva me dá)
Quero comer de novo
Já cansei de ovo com guaraná
Vou comer maçã vou comer maçã”

(A verdadeira história de Adão e Eva – Blitz)

O sol desperta pelas terras que fogem ao olhar.

Os pássaros cantam, afinal, as periquitas viram o passarinho verde!

Por falar em passarinho, quem também desperta pelas bandas do Jardim do Éden é a bela e morena Eva. Aquele gosto de cabo de guarda chuva na boca, aquele bafinho maravilhoso depois de uma noite agitada. O Adão não deu trégua para a jovem Eva. É como diz aquele velho ditado: sem tesão não há solução. Nesse caso, com Adão há solução, gemeção e muito mais.

Mas o dia tem que começar!

E nem tudo no Jardim das Delícias era uma delícia. Além da cobra do Adão, havia uma outra serpente saracutiando pelo chão sagrado do Paraíso. Foi ela quem começou a tentar Eva para que juntasse a sua castanha, a banana de seu marido e a maçã proibida, fazendo uma salada de frutas. Tanto tentou que conseguiu. No dia seguinte, o grande criador vendo árvores tortas, galhos quebrados, roseiras despetaladas, decidiu averiguar com Adão e Eva quem era o culpado por tamanha anarquia. Ambos disfarçaram e tentaram aplicar o primeiro 171 da história ao acusar apenas a serpente como culpada dos males no Paraíso. Deus, que tudo sabe e tudo vê, decidiu puni-los por essa farsa retirando deles aquela vastidão divina.

Em busca de um novo Jardim das Delícias, Adão e Eva saíram vagando por aí. Mas o pior ainda estava por vir...o primeiro homem e a primeira mulher desse mundo, encontraram uma nova morada que viria a ser conhecido como Ilha de Vera Cruz, logo após, Ilha de Santa Cruz até se tornar Brasil, o paraíso dos trópicos! O nosso castigo seria vivermos sendo enganados, tal qual Adão e Eva tentaram enganar o Criador. Antes de Santa Cruz, está aí revelado, o peso da cruz que todos nós teríamos que carregar!

Setor II
O paraíso é aqui e o bagulho é do bom!

“Sem lenço, sem documento
Por falta de vento Cabral surgiu
Com um barco todo quebrado
Um papagaio do lado
Descobriu o meu Brasil
Enchendo a cara de cachaça
Arrumou uma arruaça infernal
Enquanto os índios rezavam
Cabral gritava: ‘Viva o Carnaval!’"

(500 anos de folia – Jair Rodrigues)

“Crescei-vos e multiplicai-vos!”

Palavras divinas do grande patrão do universo. Como patrão não pede, mas manda, os herdeiros de Adão e Eva multiplicaram-se vertiginosamente. Sob os efeitos desse clima tropical, os filhos e os filhos destes filhos saídos do útero de Eva sofreram algumas mudanças. O cabelo passou por uma “chapinha” definitiva e a pele avermelhou. A única coisa que não se alterou foi a prática de andar desnudo pela vastidão desse quase continente. E viva o naturalismo!

Tudo ia bem na grande terra dominada pelos indígenas. Porém, um belo dia, ao olharem para o mar, viram enormes deuses flutuantes navegando horizontes. Vindo de lá de traz dos Montes, chegava ao nosso país a esquadra de Pedro Álvares Cabral que vinha oficializar a existência de terras além de onde estaria o suposto fim do mundo que circulava no imaginário da Europa.

Bom, com um barco todo em frangalhos após uma sucessão de tempestades e calmarias, sem ser por acaso, nossos queridos patrícios desembarcaram em praias baianas. Com quilos de roupa, língua diferente e traços físicos diferentes, não demorou muito para os nossos indígenas caírem no primeiro 171 lusitano. Os portugueses “posaram” de deuses – deuses do pau oco, aliás - e nossos ancestrais acreditaram. Daí para frente era entrada vip nos bailes sensuais que rolavam nas tabas. No início tudo era suruba (bom, na língua indígena) e no bonde do cacique, até Cabral entrou... era muito bumbum de fora e, como não fomos catequizados, fizemos bacanal!

A grande amizade foi selada com um belo troca-troca, de presentes, claro! Neste caso, os bagulheiros da Torre do Tombo trocavam muambas por pau vermelho (Pau Brasil). Não demorou muito para o pau sumir. Da fauna e da flora também foram retirados espécimes que seriam catalogados e levados para a Europa. Claro, as aves que aqui gorjeiam, não gorjeiam como lá! No final das contas, a Nau Capitânia do destemido Cabral se tornou um imenso camelódromo podendo ser rebatizada por Nau Bagulhania. Gaiolas presas nos mastros, tecidos, barris, índios, cangalhas, frutos, amostras de plantas, tudo fazia da embarcação do falso descobrimento uma verdadeira feira.

Já diria aquele velho slogan: “Não basta descobrir, tem que avacalhar” e dá-lhe bagulho do bom no paraíso terrestre!


Setor III
E a Corte chegou! – o efeito cabeça de bacalhau

“Não corram tanto ou pensarão que estamos fugindo”
(D. Maria I)

“Ai, Jesuix!!!” , teria bradado o nem tão infante assim, Dom João VI ao receber notícias de que as tropas napoleônicas cruzaram as fronteiras lusitanas. O baixinho marrento, Napoleão Bonaparte, havia colocado em boa parte da Europa, através de livre e espontânea pressão, um grande cinto de castidade batizado por Bloqueio Continental.

Tamanho foi o desespero da Corte portuguesa que, em uma dessas madrugadas chuvosas, a rainha, o príncipe regente e mais alguns familiares e bajuladores de plantão fugiram, aos trancos e barrancos, para sua colônia mais rica. Quem tem, tem medo e a realeza não pensou duas vezes em meter o pé na lama que infestava o porto de Belém. Tudo embarcado içaram velas e partiram rumo às terras brasileiras.

Dias e noites se passaram e, finalmente, toda a corte portuguesa chegou aos “quintos dos infernos”. Todos estavam suados, famintos e desgastados. A rainha Dona Maria I já estava para lá de Bagdá. Carlota Joaquina só se fazia berrar e enrolar os seus bigodes, afinal, depilação era uma coisa moderna demais para a época. Já o príncipe regente só sabia comer frangos e reclamar do calor tropical. Mesmo perante tantas novidades, a Corte não demorou para cair na folia. Naquela época, como hoje, tudo era festa e curtição. E lá foram bailes de carnaval e bacanais reais.

No entanto, vários problemas ainda afligiam os nobres lusitanos. A cidade do Rio de Janeiro não era tão maravilhosa assim. Para dar à cidade um ar mais altivo e civilizado, Dom João VI aplicou um golpe digno de políticos tupiniquins. Na ânsia de fazer deste Reino “desunido” junto a Portugal e Algarve uma adaptação do mundo Europeu, mudanças drásticas ocorreram. O que numa noite era o “Açougue do Seo Tião”, no dia seguinte se tornou “Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro”. Bom, vamos combinar que aqui no Brasil, a diferença entre um açougueiro e um médico não é tão grande assim. Afinal, quantos operados não levaram para casa, como souvenir das cirurgias, tesouras, gazes e outros instrumentos hospitalares?

Porém, nem tudo foram flores. O nosso monarca, após muita pressão lusitana, decidiu acatar as ordens revolucionárias desde Lisboa para retornar à terra natal. Porém, antes, passou a mão em todas as divisas que haviam nos cofres públicos e, aí sim, se “arrancou” para a terra natal.

Para piorar a situação, o país que já estava endividado ficou com uma mão na frente e outra atrás. Dom João VI que prometeu elevar o Brasil como nação, acabou mentindo e metendo a mão no dinheiro alheio. As divisas brasileiras sofreram o efeito cabeça de bacalhau. Já viu cabeça de bacalhau? Então, aquele dinheiro também ninguém nunca mais viu.

Setor IV
Segundo Reinado: Isabel no País das “Maravilhas”

“No mesmo dia de 13 de maio de 1888, quando se aproximou da princesa Isabel para o beija-mão, o barão de Cotegipe, ex-presidente do Conselho de Ministros, ouvia a pergunta irônica:
- Então sr. Barão, ganhei ou não ganhei a partida?
Ao que ele respondeu:
“Ganhou a partida mas perdeu o trono

“Filho de peixe, peixinho é!”.

Dom Pedro I, que foi o primeiro Imperador de um Brasil “independente”, seguiu os passos de seu pai Dom João VI e, quando viu que o mar não estava para peixe, abdicou ao trono e soltou o pepino para um barrigudinho catarrento de apenas 5 anos. Era o regente Dom Pedro II. Daí para frente veio uma sucessão de trambiques e lutas políticas entre os que não liberavam nada e os que liberavam tudo. Afinal, basicamente, tudo depende de um bom “chaveco”! E lá se foi o período Regencial.

Com a elite descabelada com tantas revoltas, onde o negro teve grande participação, foi dado o golpe da maioridade Iniciando assim o Segundo Reinado, sob a batuta de Dom Pedro II.

Este período histórico foi marcado, entre outras coisas, pela ascensão do movimento Abolicionista. Nomes como Luís Gama, José do Patrocínio e Joaquim Nabuco começaram a desfilar como defensores do fim da escravidão negra. Para eles, o negro não teria capacidade intelectual para realizar sua própria libertação. Desta forma, quem teria que liberta-los seriam os brancos.

Claro, isto tudo era papo furado, pois ao longo dos séculos de escravidão o negro foi construindo sua libertação. Fosse fugindo para os Quilombos, fosse comprando alforria, fosse matando seu senhor, essa gente magnificamente negra foi transformando um sonho de liberdade em realidade. No entanto, os brancos não percebiam isso.

Vinda do exterior, uma força violentamente inglesa pressionava para que os mares fossem lacrados ao tráfico negreiro. E assim, sendo arrochado, nosso velho babão, Dom Pedro II, assinou a Lei Eusébio de Queirós. Estava extinto o tráfico de peças negras da África para o Brasil. Com as portas dos mares fechadas, não tardou para que outra pressão fosse realizada pelos ingleses. Exigiam o fim da escravidão no país. Então, arrocha que o povo gosta! E lá vieram mais pressões inglesas sobre as costas de nosso Imperador.

Leis surgiram, mas nenhuma chegou aos pés do pior 171 da História até aquele momento: a assinatura da Lei Áurea em 1888. Contam as más línguas, e as boas também, que a Princesa Isabel, naquela fase em que o Império já balançava, viu a coisa preta! Viu e gostou! Teria gostado tanto que se apaixonou por um escravo. Misture a esse amor na cor do pecado, às pressões inglesas e encontrará aí o real motivo que levou Isabel, a fedida – afinal nunca tomou um banho na vida -, a assinar a famosa lei. Mas tudo não passou de 171. Isto porque a lei terminou tardiamente com a escravidão. Apenas 5% de negros e afro-descendentes permaneciam escravos. Todo o resto construiu sua própria liberdade. Pior que isso, a Lei Áurea colocou fim legal à escravidão, mas não extinguiu o racismo.

De redentora, Isabel não teve nada e nesse país das maravilhas negras ela simplesmente criou uma libertação para inglês ver. O negro saiu da senzala e foi jogado nas favelas. Claro, isto só faz da Princesa Isabel uma coisa: faveleira!!


Setor V
A República Privada

“Vote no Brigadeiro que é bonito e solteiro!”
(Slogan de Campanha de um candidato ao cargo de primeiro presidente da República Brasileira)

“Extra!! Extra!! Foi instaurada a República!

Assim deve ter pregoado o jovem jornaleiro no meio da cidade do Rio de Janeiro. Era dia 16 de Novembro de 1889. Aliás, esta Proclamação foi um caso tragicômico à parte. Inicialmente o movimento eclodiria no dia 17 de Novembro, no entanto, como estamos no Brasil, a fofoca começou a correr na boca miúda e os militares junto à Elite Cafeicultora decidiram antecipar tudo. O líder escolhido para proclamar o novo regime seria o Marechal Deodoro da Fonseca que era monarquista e amigo pessoal de Dom Pedro II! Deodoro não queria derrubar seu confrade. Mas qual teria sido o motivo que o fez seguir o caminho inverso? O fator preponderante foi... chifre!! Dor de corno!!

Foi assim que se instaurou o governo republicano. Não houve nada de heróico. Logo, na história foi passado mais 171! Mais uma enganação para um povo carente de heróis de verdade.

Durante este período republicano, de 1889 a 1964, vários outros estelionatários e ladrões posaram de heróis e conseguiram manipular o povão. Lá foram Getúlio Vargas com seu Plano Cohen (suposto plano comunista de tomada de poder), Jânio Quadros que pensou em renúnciar para retornar com apoio do povo para instaurar uma ditadura (só voltaria se fosse nos braços da bicharada do pantanal) e João Goulart que foi acusado de comunista só para ter-se um pretexto para golpe de Estado no Brasil. Aliás, um golpe baixo na República e na Democracia!

Assim, República (que vem do latim rés pública , que quer dizer “coisa pública”) surgiu como eterna refém de interesses privados. Aliás, seria a República Privada ou a República na privada?

Setor VI
A liberdade guiando o roubo!

“Estamos só concentrando nas mãos dos capitalistas. Depois vamos repartir tudo... tudinho.!”
(Discurso de Delfim Netto, criador do “Milagre Econômico”)

Ih, apagaram as luzes!!

Pois é, chegamos a um período de dor e de roubalheira generalizada. Estamos em anos de Ditadura Militar. Anos de Castelos Brancos, de Costa e Silvas, de Médicis, de Geisels e de Figueiredos. “Anos de Chumbo” e do grosso! Época em que todos querem mandar, mas só manda quem pode e obedece quem tem juízo. Chegaram prometendo ficar apenas o tempo necessário para impedirem que o vírus vermelho do comunismo se proliferasse no Brasil. E o que deveria durar 4 anos, perdurou por mais de duas décadas. Mais 171 que o povo acreditou.

Já que vivemos um período de escuridão, é hora da mão boba entrar em ação. Assim, roubalheiras, torturas e crimes contra a democracia e contra os direitos fundamentais dos homens foram praticados. Grandes estradas inúteis surgiram, usinas nucleares sucateadas brotaram e tudo era embalado por propagandas ufanistas como, “Brasil, ame-o ou deixe-o” ou “Brasil, um país que vai para frente” dando muito do tom falso da época. Como sentir orgulho de ser brasileiro se nos porões do país, vidas eram extirpadas? Ah, mas este é o país do futebol. A seleção é a pátria de chuteiras, por isso, “pra frente, Brasil! Salve a seleção!”. Tudo uma grande farsa para que muitos não percebessem a real situação brasileira.

A maioria das edificações da ditadura foi realizada sobre o capital estrangeiro. Era o tal “Milagre Econômico” que, ao final dos anos 70 se tornou um “Desastre Econômico”. Era a outra face da moeda. A verdade por trás deste imenso 171 chamado desenvolvimentismo ditado pela ordem extrema que tanto defendiam os militares.

Lá pelos anos 80, a luz da democracia parecia querer voltar a rebrilhar. No entanto, possuía mais gente querendo brilhar. Eram os políticos civis que estavam salivando feitos cães com raiva para chegarem ao poder. O primeiro pleiteante foi Tancredo Neves. Aquele mesmo que roubou a caneta predileta de Gegê após seu suicídio. Antes de assumir a presidência em 1985, Tancredão foi acometido por uma doença misteriosa. Será que o caminho estava aberto para os militares retornarem?

Não! Jamais! Pois agora a liberdade estava nos guiando e guiando o roubo! E assim se sucederam no grande trono Sarney, Collor e Fernando Henrique. No entanto, nenhum destes chegaria aos pés daquele que tinha a vinda prenunciada por uma estrela vermelha a cortar os céus brasileiros: era Ali Lulá!


Setor VII
A estrela (de)cadente: “agora engula”!

“A cada quinze anos, o povo esquece o que aconteceu nos últimos quinze anos.”

E o Brasil parou!

Claro, se o presidente eleito foi um ex-metalúrgico, o país só podia parar para ver Ali Lulá desfilando em carro aberto. Prometia acabar com a fome, comprou um avião caríssimo, mas, na realidade, acabou por repetir os passos de seu antecessor.

Mas tudo estava bem... o povo havia colocado o eterno candidato Ali Lulá no poder. Seu governo seria marcado por falcatruas e histórias para boi dormir. Seriam mil e uma noites, mas com uma Sherazade bem mais gorda e com uma barba obedecendo o melhor estilo bucha de canhão. “Agora é Lula!”, diziam os mais eufóricos. Enquanto isso, nosso comandante seguia aprontando das suas.

Durante os dois primeiros anos de governo de Ali Lulá, tudo correu na mais desenfreada loucura. Tudo corria desvairadamente bem neste país do quase. Um país que quase deu certo, que quase não tem político ladrão, que quase foi um país de verdade. Aqui tudo se inicia e nada se termina. No entanto, a grande estrela cadente que riscava os céus do Brasil, se tornou decadente. A cor vermelha das bandeiras petistas degradou-se para rosa ou amarelo. Para incrementar a situação periclitante, o mensalão foi descoberto.

Daí para frente foram casos e mais casos descobertos de falcatruas. O mar de lama parecia afogar a esperança do povo naquele que prometia ser a diferença na política. Enquanto isto rolava, nosso Ali Lulá afirmava que não sabia de nada, que não havia visto nada e nem ouvido nada. Claro, ele é a simbiose daqueles três macaquinhos famosos em que um era cego, outro surto e outro mudo. Outro gigantesco 171.

E assim seguimos, ainda hoje, rumo ao final apocalíptico deste governo malfadado que muitos ajudaram a eleger. Aliás, como estamos falando em apocalipse é preciso revelar a grande verdade para o povo brasileiro. O Brasil nunca poderá ter políticos descentes, pois Brasília é um imenso centro de energias negativas. Afinal, já viram como o edifício sede do Congresso Nacional se assemelha com um grande ebó, uma grande macumba? São duas velas entre dois pratos e um deles está virado, pois alguém, em algum momento, berrou: “chuta que é macumba!!”.

Resta-nos agora aturar toda a diligência de Ali Lulá, bancada com o dinheiro do Partido Comunista Cubano – meu Deus, ação entre miseráveis! E para aqueles que diziam “Agora é Lula!”, a Imperiais do Samba diz com todas as letras: “Agora Engula!”. Afinal, o Lula é o meu pastor... por isso estou pastando!!

E chuta que é macumba!!!!